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domingo, 16 de maio de 2010

E MAIS UMA SOPINHA DE LETRAS


Resolve. Clica para ampliar.

Descobre os rios na sopa de letras:


Mondego

Minho

Ebro

Tejo

Douro

Sado

Guadiana

Guadalquivir

SOPA DE LETRAS

Tenta resolver Clica para aumentar a gravura . Se quiseres imprime a folha. Mais tarde noutro post as soluções.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O MEU FASCÍNIO POR CROMOS...DE HISTÓRIA







Estamos num mundo do audiovisual, da imagem, do som, ou da mistura das duas, enquanto caminhamos a passos largos para a realidade virtual 3D. Mas, que imagens, que material como alunos, como miúdos, tínhamos para aprender História há 30-40-50 anos atrás? Bem, para além de textos enormes, de algumas gravuras a decorar esses mesmos textos, de mapas, pouco mais havia. Todavia, como garoto, a partir dos meus 7 ou 8 anos, sei onde nasceu o meu fascínio, a minha paixão pela História! Não, não foi pelos livros, ou pelas aulas, ou mesmo pelo facto de o meu Professor Primário, ser um entusiasta da História de Portugal! Foi sim pelos CROMOS !


Sim ! Por uns envelopes que se compravam nos quiosques com meia dúzia de cromos lá dentro, que abria sofregamente, desesperadamente quase, para depois os colar nas respectivas CADERNETAS.


Admirados? Cromos de Portugal, de História de Portugal, de Futebol, de animais, entre outros! Era uma paixão, tal como o foram para mim “puto reguila” do Porto, os caramelos que traziam desenhos, ou de animais, as célebres “Vitórias”, ou de jogadores de futebol, fossem da Fábrica Victória, da Águia ou da Universal! Os CROMOS, com cores vivas, desenhos extraordinários, muitas vezes com textos curtos e explicativos que me faziam sonhar, viver, entrar dentro “deles” e viver aqueles cromos, aquelas imagens! Não interessa discutir aqui o conceito de História que eles representavam, e o que se encontrava por debaixo destas colecções, interessa sim, o fascínio, o encanto, o desejo de os coleccionar, que eles causavam nos meninos dos inícios dos anos 60. A Agência Portuguesa de Revistas, a Íbis, a Parilex, tiveram colecções extraordinárias, de uma qualidade gráfica ( desenhos, cores) extraordinária! Um encanto para os olhos.



Hoje na Web, através de artigos de João Manuel Mimoso, em alfarrabistas, lojas especializadas de Banda Desenhada, ou na própria feira de Porto Belo, na Praça Carlos Alberto, ainda é possível vivenciar esses tempos e adquirir por boa soma uma Caderneta de cromos das acima referenciadas . E que emoção de menino renascido e satisfação de dinheiro bem empregue, quando folheio uma dessas relíquias! Há marcas gravadas a ferro e fogo na minha alma de Homem-Menino, que nunca perdi, que não quero deixar partir,porque da emoção da memória se vai alimentando o meu fascínio...neste suave declive.


O Professor de História, Arlindo Vieira

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ERMESINDE...HISTÓRIA


A CIDADE DE ERMESINDE

Implantada na parte Noroeste do Concelho de Valongo e a meia dúzia de quilómetros da cidade do Porto, a cidade de Ermesinde confronta a Norte com a freguesia de S. Pedro Fins ( concelho da Maia), a Oeste com a freguesia de Águas Santas (concelho da Maia), a Este com a freguesia de Valongo (concelho de Valongo), a Nordeste com a freguesia de Alfena (concelho de Valongo) e a sul com a freguesia de Baguim do Monte (concelho de Gondomar).


Atravessada pelo rio Leça, e abrangendo uma área de cerca sete quilómetros quadrados, esta cidade apresenta uma topografia pouco acidentada, com uma altitude média que ronda os noventa metros. O seu ponto mais elevado encontra-se no Lugar da Formiga (com cerca de 140 metros de altitude), ao passo que a altitude mais baixa será atingida nos lugares da Cancela e da Travagem.


As referências que existem, sobre o seu passado, dizem-nos que, a antiga freguesia de S. Lourenço de Asmes, passou a ser oficialmente designada Ermezinde a partir da implantação da República (1910). Sabe-se que em 1911 a Junta da Paróquia de S. Lourenço de Asmes, como era então conhecida, presidida por Amadeu Vilar, requereu ao Governo Provisório que o nome oficial da povoação fosse Ermezinde.


O topónimo Ermezinde é de origem Germânica e significa “caminho íngreme”. Mas há ainda outra explicação para este nome. Pelo século IX, no ano de 890, aparece uma D. Ermezenda, filha de D. Gundezindo, donatário desta região e que fez ao demolido convento dos beneditinos de Rio Tinto, importantes doações. D. Ermezenda, pertencia ao convento das monjas de Rio Tinto e seria senhora das terras onde se encontra o lugar de Ermesinde, a dois quilómetros do lugar onde existiu o convento. O nome do lugar seria então Terras de D. Ermezenda, e começaria a povoar-se com os casais dessa senhora.


A construção das vias do caminho de ferro do Douro e do Minho em 1875, escolhendo uma zona praticamente despovoada, para bifurcação das duas linhas deu à estação o nome do núcleo mais importante da povoação que nesse tempo era o lugar de Ermesinde. Esta zona começou então a povoar-se, rapidamente, com o movimento da estação, tendo o nome de Ermesinde, começado a ser cada vez mais conhecido, ultrapassando o de S. Lourenço de Asmes, nome verdadeiro da freguesia.

É difícil determinar quando é que Ermezinde ou S. Lourenço de Asmes se constituiu em freguesia. No entanto todos os estudos apontam para que tenha sido depois do Concílio de Trento (1545-1563), altura em que se criaram os registos paroquiais.


Ermesinde foi elevada à categoria de Vila em 12 de Junho de 1938. Em 27 de Outubro de 1979, criou-se, o Bairro Administrativo de Ermesinde, cuja área de intervenção, definida pelo Executivo Camarário, e alargava também à Freguesia de Alfena. Em 13 de Julho de 1990, a Assembleia da República, por unanimidade, aprovou a passagem de Ermesinde a cidade.

Daniel Henrique – 7ºD



quinta-feira, 7 de maio de 2009

A UNIÃO EUROPEIA (um bocadinho mais...)


A bandeira europeia consiste num círculo com doze estrelas douradas num fundo azul. Apesar de a bandeira estar normalmente associada à União Europeia (UE), foi inicialmente usada pelo Conselho da Europa, e pensada para representar a Europa.


A bandeira foi originalmente adoptada pelo Conselho da Europa a 8 de Dezembro de 1955, e o Conselho da Europa desejava, desde o i
nício, que fosse usada por outras organizações regionais que procurassem a integração europeia. A Comunidade Europeia (CE) adoptou-a a 26 de Maio de 1986. A UE, que se estabeleceu pelo Tratado de Maastricht na década de 1990 e que veio a substituir a CE e as suas funções, também escolheu esta bandeira. Desde então, o uso da bandeira tem sido conjuntamente controlado quer pelo Conselho da Europa quer pela União Europeia.


O número de estrelas na bandeira está fixado em doze e não está relacionado com o número de estados membros da UE. Em 1953, o Conselho da Europa tinha 15 membros; foi proposto que uma bandeira futura tivesse uma estrela para cada membro, e que não se alteraria com a entrada de futuros membros. A Alemanha Ocidental discordou já que um dos membros era a área disputada de Saarland e que ter a sua própria estrela implicaria ser uma região soberana. Nesta mesma base, a França também discordou que fossem 14 estrelas já que isso implicaria a absorção de Saarland na Alemanha. Treze estão tradicio
nalmente relacionados com o azar em várias culturas europeias, e com o facto de as primeiras bandeiras dos Estados Unidos da América terem esse número de estrelas. Doze foi o número escolhido, já que não tinha ligações políticas e era um símbolo de perfeição e de algo completo.

O hino

  • O Hino à Alegria, ou Ode à Alegria, é o nome do poema cantado no quarto movimento da 9.ª sinfonia de Beethoven, conhecida também como Hino Europeu ou Hino da União Europeia.
  • Este Hino expressa os ideais de liberdade, paz e solidariedade, ideais estes que a Europa e as suas instituições como um todo querem e ambicionam prosseguir.Este trecho foi escolhido como hino do Conselho da Europa em 19 de Janeiro de 1972. Não tem letra, porque a música é uma linguagem universal e assim tem o mesmo efeito como se fosse cantada.

UM POUCO DE HISTÓRIA

A União Europeia (UE), anteriormente designada
por Comunidade Económica Europeia (CEE) e Comunidade Europeia (CE), é uma organização internacional constituída actualmente por 27 estados membros. Foi estabelecida com este nome pelo Tratado da União Europeia (normalmente conhecido como Tratado de Maastricht) em 1992, mas muitos aspectos desta união já existiam desde a década de 50. A União tem sedes em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo.


A União Europeia tem muitas "faces", sendo a mais importante o mercado único europeu (uma união aduaneira), uma moeda única (o euro, adoptado por 16 dos 27 estados membros) e políticas agrícola, de pescas, comercial e de transportes comuns. A União Europeia desenvolve também várias iniciativas para a coordenação das actividades judiciais e de defesa dos Estados Membros.

Assinatura da adesão de Portugal à CEE



ETAPAS DA CONSTRUÇÃO EUROPEIA
  • O Tratado de Paris, assinado em 1951, estabelecendo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço.
  • Os Tratados de Roma, assinados em 1957, instituindo a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia da Energia Atómica ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.
  • Depois disto, a UE levou a cabo seis alargamentos sucessivos: em 1973, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981, Grécia; em 1986, Portugal e Espanha; em 1995, Áustria, Finlândia e Suécia; a 1 de Maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polónia; a 1 de Janeiro de 2007, Bulgária e Roménia.
  • Em 1972 e 1994, a Noruega assinou também tratados de adesão à União Europeia. No entanto, nas duas ocasiões, através de referendos, a população norueguesa rejeitou a adesão do seu país. À população helvética foi também proposta a adesão do país à União, mas foi rejeitada através de referendo popular em 2001.
  • A Croácia, Turquia e Macedónia são candidatos à adesão à UE. As negociações com estes países iniciaram-se oficialmente em Outubro de 2005 mas ainda não há uma data de adesão definida - o processo pode estender-se por vários anos, sobretudo no que concerne à Turquia, contra a qual há forte oposição da França e da Áustria.



Trabalho do João Nunes 7º D