domingo, 16 de maio de 2010

CONVERSAS DA FAMÍLIA REAL...Antes do atentado

INTRODUÇÃO

Este trabalho fala das últimas conversas da família real, antes de D. Carlos e D. Luís morrerem.


Com isto pretendo demonstrar que, apesar de Real, esta família tinha, acima de tudo, uma vida familiar como qualquer outra: partilhavam opiniões, afectos, sentimentos, ideias.


A família real saiu de Vila Viçosa num landau até ao caminho-de-ferro com destino ao rio Tejo. Apanharam um barco que os levou ao Cais das Colunas, onde desembarcaram e retomaram a viagem até ao Palácio das Necessidades. A meio do caminho sofreram o atentado.

SAÍDA DO PALÁCIO DE VILA VIÇOSA

Era dia 1 de Fevereiro de 1908, estava um frio imenso e a família real dirigia-se a um landau que a transportaria até ao caminho-de-ferro de Vila Viçosa.

- Não sei porquê tanta insistência em ir para Lisboa tão cedo se estamos tão bem aqui! – Afirmou D. Amélia.

-Já te disse que preciso de ir para Lisboa tratar de uns assuntos! – Disse D. Carlos com irritação.

-Não os podia tratar aqui? – Perguntou D. Amélia.

- Não claro que não, o que em Lisboa demoraria semanas, em Vila Viçosa demoraria meses com a demora dos telégrafos – disse D. Carlos exasperado.

-Tudo bem. – Disse D. Amélia. - O que estás a ler Luís? – Perguntou D. Amélia com curiosidade.

-Estou a ler um livro de Eça de Queirós “ A Cidade e as Serras “- afirmou D. Luís com entusiasmo.

-Estás a gostar? – Perguntou D. Amélia.

-Sim, muito. Estou maravilhado com todas as tecnologias que o Jacinto usa. -Disse D. Luís.

-Hei-de lê-lo. – Afirmou D. Amélia.

-Tenho a certeza de que vais gostar. – Disse D. Luís embrenhado nas suas leituras.

-Então e a caçada? Foi ou não uma boa caçada Luís? – Afirmou D. Carlos orgulhoso com o sucesso da caçada.

-Sem dúvida meu pai, foi uma caçada muito bem conseguida. – Disse D. Luís também orgulhoso com a caçada.

-É pena o teu irmão ter voltado mais cedo para Lisboa, assim tinha vindo connosco e tinha-se divertido. – Disse D. Carlos.

-Tem toda a razão, mas para a próxima ele vem, com certeza. – Disse D. Luís.

-Chegamos! – Disse o cocheiro, anunciando a chegada a linha de comboios de Vila Viçosa.


A ESTAÇÃO DE COMBOIOS

-Ouvi dizer que vamos chegar um pouco mais atrasados ao barco, por causa de um descarrilamento á entrada da estação Casa Branca - Anunciou D. Carlos.

-Mas e então, como é que isso aconteceu? – Perguntou espantada D. Amélia.

-Já perguntei, mas não me foram dadas mais informações ainda não há novidades. – Disse D. Carlos.

-Não entendo como mesmo depois de tantos avanços na tecnologia, estas coisas continuem a ter falhas que custem vidas! – Disse D. Luís.

-São coisas que acontecem, é perfeitamente normal – Afirmou calmamente D. Carlos.

-Mas morreu alguém? – Perguntou D. Amélia bastante aflita.

-Ainda não sabem, como disse não me foram dadas mais informações! – Disse D. Carlos.

-Mas é natural que isso tenha acontecido, minha mãe, os descarrilamentos costumam causar sempre mortos. – Disse D. Luís.

-Ai, mas espero que não tenham sido muitos, coitados dos desgraçados que lá iam, para tais riscos mais vale ir a pé – Disse D. Amélia, cheia de pena dos viajantes desse comboio.

Houve um grande momento de silêncio no comboio, até que D. Luís se lembrou de dizer:

-Disseram-me também que hoje vai estar bastante bom tempo, em Lisboa, afinal até foi uma boa altura para irmos para lá, seremos recebidos com a simpatia de S. Pedro.

-Ainda assim, ninguém me convence que não teria sido melhor termos ficado em Vila Viçosa, estava-se lá muito bem. – Afirma com convicção D. Amélia.

-Tu e as tuas teimosias, não havia razão alguma para permanecermos em Vila Viçosa – Resmungou D. Carlos.

Houve um momento de silêncio, até que apareceu um moço de recados com uma carta:

-Tenho aqui uma carta para si, Sua Alteza! – Disse com uma vénia desajeitada o moço de recados.

-E vem da parte de quem, essa carta! – Interrogou D. Carlos.

-Vem da parte do tenente-coronel Alfredo de Albuquerque. – Disse o moço de recados entregando a carta.

-Deixe-me lá ver então essa carta! – Ordenou D. Carlos enquanto recebia a carta e a começava a abrir.

Toda a família, muito curiosa, esperava impacientemente que D. Carlos acaba-se de ler a carta e quando finalmente D. Carlos a acabou de ler entregou-a ao moço de recados, anunciando:

-Num landau, com toda a certeza!

-Perdão, é essa a mensagem que quer que eu dê, Sua Alteza – Perguntou o moço de recados desajeitadamente e começando notavelmente a corar por não ter entendido a ordem.

-Claro que é isso que quero que digas! – Disse D. Carlos impaciente.

-Com certeza, Sua Alteza. – Disse o moço de recados repetindo a vénia desajeitada devido aos solavancos do comboio.

-Uma boa tarde! Bom dia, perdão! – Disse o moço de recados, despedindo-se.

-Bom dia, e já agora – disse, dirigindo-se á família – vamos pedir agora mesmo o almoço, que já se faz tarde!

-Tens toda a razão – desculpou-se D. Amélia fazendo sinal ao empregado para que servisse a refeição.

-E então, meu pai, que carta era aquela? E para quê um landau? – Perguntou D. Luís.

-Tantas perguntas, rapaz, aquela carta vinha da parte do tenente-coronel Alfredo de Albuquerque, ele queria saber se eu preferia um landau ou uma carruagem coberta para irmos até ao Palácio das Necessidades. Vamos de landau, está bom tempo. - Explicou-se D. Carlos.

-Talvez um landau não fosse a melhor escolha, meu pai… - disse D. Luís.

-E porque não?! – Perguntou espantado D. Carlos.

-Por causa daqueles rumores, sabe… que andam espalhados por todo o país. Talvez seja melhor uma carruagem coberta… - explicou-se D. Luís.

-Tolices! Tudo tolices! Não nos há-de acontecer nada, rapaz! – Garantiu indignado D. Carlos.

E com isto silenciou-se a carruagem.


CONVERSA FLUTUANTE

A família real entrou no barco e foi recebida com grande pompa, tal como o evento pedia, foi servido o lanche começando então D. Carlos e D. Luís a banquetearem-se, já D. Amélia, por sua vez, remexia na sua comida com pouca vontade de a comer e parecia estar envolvida num transe de preocupação.

-Minha mãe sente-se bem? – Interrogou D. Luís preocupado.

-Sim. – Disse D. Amélia absorta nos seus pensamentos.

-Tem a certeza, a senhora não parece nada bem? – Perguntou novamente D. Luís preocupado.

-Não é nada, dói-me só um pouco a cabeça. – Disse D. Amélia.

-Estamos quase a chegar e é necessário que te ponhas bem depressa, não vá o diabo tecê-las! – Disse D. Carlos ainda saboreando a comida.

-Claro, acho que vou beber um chá – Disse D. Amélia desanimadamente.

-Mas é melhor comer qualquer coisa, que hoje jantamos tarde! – Disse D. Luís preocupado com o estado da mãe.

-Talvez, depois logo se vê… - disse D. Amélia dirigindo-se ao tombadilho do barco.

D. Amélia ficou a observar o rio, era um rio largo e bonito, mas D. Amélia não gostava de Lisboa, Lisboa dava-lhe náuseas inexplicáveis, e por mais encantadora que fosse a capital, D. Amélia não a suportava. Todos os anos D. Amélia ansiava impaciente para saírem daquela cidade e desesperava quando para lá voltavam, mas desta vez não queria mesmo voltar a Lisboa, pois os rumores que diziam que o rei podia correr grandes riscos de vida em Lisboa atormentavam-na. Nunca amara D. Carlos, mas ao longo dos anos começara a sentir uma certa afeição por ele. E o que aconteceria aos filhos? A D. Luís, o herdeiro, D. Amélia afastou esses pensamentos e concentrou-se no rio que corria lento. Mas aqueles pensamentos que poderiam desmoronar a sua família teimavam em voltar, D. Amélia não sabia o que fazer, mas a cada segundo, D. Amélia via cada vez mais aproximar-se diante de si aquela sentença, até que os seus pensamentos foram finalmente cortados com a chegada de D. Luís que trazia uma pequena travessa com bolachas e bolinhos:

-Coma alguns! – Incentivou D. Luís comendo um dos bolinhos. – Estão divinais!

-Não me apetece comer! – Disse D. Amélia com certa autoridade.

-Você é que sabe, mas aviso-a de que estão realmente deliciosos! – Disse D. Luís com carinho.

D. Amélia virou as costas ao filho e enfrentou o rio com o olhar.

-Bem, vou embora então – Disse o príncipe desanimado. – Mas aviso-a de que estamos quase a chegar e é melhor preparar-se! – Disse D. Luís com firmeza.

-Tudo bem, tudo bem! – Disse a rainha saturada.

Quando D. Luís entrou novamente dentro do barco D. Carlos perguntou:

-Então e a tua mãe? Ainda está lá fora?

-Sim, mas ela já entra. – Disse D. Luís. – Quanto tempo falta para chegarmos? – Perguntou D. Luís.

-Pouco, já consigo avistar Lisboa daqui, aquela cidade é linda! – Disse D. Carlos orgulhoso.

-É verdade, mas a minha mãe continua a não gostar muito desta maravilhosa cidade.

-É impossível de entendê-la, é mesmo impossível! Ela costuma divertir-se tanto em Lisboa – Disse D. Carlos indignado.

-Isso não é verdade meu pai, minha mãe não se diverte em Lisboa, nunca se divertiu.

-Mas Lisboa é onde ela mora á muito tempo, já se devia ter habituado!

De repente a conversa foi interrompida com a chegada do mordomo que pretendia avisar que estavam quase a chegar.

-Bem, eu vou chamá-la – Disse D. Carlos.

-É melhor – Concordou D. Luís.

D. Carlos dirigiu-se ao tombadilho onde D. Amélia se encontrava e disse:

-Estás pronta? Estamos quase a chegar – perguntou D. Carlos.

-Sim, quando partimos?

-Daqui a pouco. Passa-se alguma coisa? O Luís disse que não parecias estar muito bem á pouco. – Perguntou D. Carlos.

-Não, não se passa nada! Estou bem, mas é melhor despacharmo-nos, estou ansiosa por ver o Manuel, estou cheia de saudades dele – disse D. Amélia.

-Sim, há muito tempo que não o vemos, mas ele tem mandado cartas!

-Não é a mesma coisa… - contrapôs D. Amélia – Mas tudo bem, atracamos dentro de minutos, não é, temos de nos despachar! – Disse D. Amélia apressada.

-Claro não há tempo a perder! – disse o rei.

E com isto o rei, a rainha e o príncipe saíram do barco por volta das 17:00h e pelo meio da multidão dirigiram-se ao seu landau.

Minutos mais tarde juntou-se á família real o único elemento em falta, D. Manuel, e depois de muitos abraços e cumprimentos foram-se afastando da multidão acenando.

-Tinha imensas saudades tuas, Manuel – Disse D. Amélia com carinho.

-Também tinha saudades tuas! Á quanto tempo que não nos víamos, minha mãe!

Segundos depois… o estampido!


Informação retirada: do livro “História e Geografia de Portugal 6º ano”, Fátima Costa e António Marques; www.wikipedia.com;

Trabalho realizado por: Raquel Bessa Nº 18 Turma 6º B.


SOPA DE LETRAS

Tenta resolver Clica para aumentar a gravura . Se quiseres imprime a folha. Mais tarde noutro post as soluções.


A BÚSSOLA


A BÚSSOLA




A bússola, mais conhecida pelos marinheiros como agulha, é sem dúvida o instrumento de navegação mais importante a bordo. Ela teve sua origem na China do século IV a.C. Sua adaptação e reconhecimento no Ocidente aconteceu cerca de 1.500 anos depois. A primeira referência deste instrumento na Europa aparece em um documento de 1190, chamado "De Naturis Rerum". As primeiras bússolas chinesas não utilizavam agulhas. Eram compostas por um prato quadrangular representando a Terra. O "indicador" (objecto que indica a direcção), com forma de concha, era de pedra com ímanes e a base (prato), de bronze. Um círculo no centro do prato representava o céu e a base quadrada, a terra.


Foi Flávio Gioia que em 1302 alterou a bússola para ser usada a bordo, usando a agulha sobre um cartão com o desenho de uma rosa-dos-ventos. Os rumos ou as direcções dos ventos têm origem na antiguidade. Na Grécia começaram com dois, quatro, oito e doze rumos. No início do século XVI surgem já 16 e na época do Infante D. Henrique já se usavam rosas-dos-ventos com 32 rumos. Primeiramente o rumo era associado à direcção dos ventos e só mais tarde aos pontos cardeais. Em certas rosas-dos-ventos, no local que indicava o Leste, aparecia desenhada uma cruz que mostrava a direcção da Terra Santa. A declinação de uma agulha é a diferença que uma bússola marca entre o norte geográfico e o norte magnético.



O cabo da concha indicava o sul. A concha é uma representação simbólica da Ursa Maior. A base continha caracteres chineses que assinalavam os oito pontos principais: norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste e sudoeste. A introdução da agulha aumentou a precisão da leitura. Foi nessa época que os chineses introduziram os primeiros marcadores e indicadores, elementos fundamentais da ciência moderna. A Lo Pan é um instrumento complexo, desenvolvido através dos séculos, pelos chineses, para que os praticantes pudessem fazer precisos cálculos de tempo e espaço em sua ciência. O cálculo da direcção pode ser efectuado com uma Lo Pan ou com uma bússola normal. Não existe diferença. A Lo Pan apenas nos indica um cálculo mais preciso, e algumas facilidades em relação às direcções e as características do local.



Ao longo do tempo veio a verificar-se que a declinação variava com o tempo e o lugar. Também foi D. João de Castro o primeiro a descobrir o desvio de uma agulha, ou seja, o efeito que massas de ferro próximas tem sobre uma bússola. Este efeito obrigou a cuidados com o posicionamento da bússola perto de peças da artilharia, âncoras e outros ferros. Esta foi uma das razões para que os morteiros, as caixas que protegem as bússolas, fossem, no início, de madeira. Durante o século XVI as bússolas portuguesas tinham, pelo menos desde 1537, um sistema de balança para manter o morteiro horizontal. O morteiro era colocado numa coluna de madeira, mais tarde de metal, a bitácula*, à frente da roda do leme. A bitácula* contêm um sistema chamado cardan que permite que o morteiro se mantenha na horizontal apesar das oscilações do barco.



*Armário ou caixa, com cobertura de vidro, para encerrar a bússola.


Bibliografia: http://www.museutec.org.br/previewmuseologico/a_bussola.htm
Trabalho realizado por:


Andreia Oliveira Nº5 7ºF

JORNADAS COM ENERGIA




“Jornadas com Energia”

Esta actividade não estava prevista no Plano Anual de Actividades, no entanto foi solicitada à Escola pela E.D.P. a sua realização, a qual o Grupo de Geografia decidiu apoiar.


Assim durante todo o dia 28 de Outubro, foram realizadas as Sessões Temáticas “Jornadas com Energia”para algumas turmas previamente escalonadas, dos 2º e 3º ciclos, na Sala dos Alunos.


O dia escolhido foi da responsabilidade dos colaboradores mas as turmas a participar foram por nós seleccionadas de forma a serem acompanhadas por professores das disciplinas que ministram estas temáticas, por professores das áreas curriculares não disciplinares ou por outros professores de outras áreas curriculares, tendo sempre em linha de conta a minimização das ausências a aulas que envolvam disciplinas com exames.


Desta forma foram 10 as turmas que puderam participar nesta Jornadas. Assim duas turmas, em cada 45 minutos, assistiram a uma conferência/debate com um Engenheiro da empresa onde foram focados temas no âmbito da energia e do ambiente, incluindo algumas ideias práticas, dicas e sugestões para implementar na turma, na escola e para partilhar com as suas famílias. Paralelamente a estas sessões, e funcionando como amplificação e extensão prática das sessões, realizou-se uma exposição interactiva, equipada e decorada de acordo com a temática a assessorada por uma equipa de 3 monitores da E.D.P.


O orador no final de cada sessão forneceu a cada professor participante um CD-Rom e material informativo. Em nosso entender esta actividade correu bastante bem. Pensamos indubitavelmente que é uma actividade para se repetir noutros anos, se tivermos oportunidade, dado o feedback positivo que obtivemos por parte dos alunos. Os alunos foram motivados, pelo orador, para realizarem trabalhos em diferentes suportes e enviarem para a E.D.P., trabalhos sujeitos a serem premiados.





A subcoordenadora de Geografia Manuela Dias

DIA DA TERRA




Dia da Terra – 22 de Abril

O Dia da Terra foi criado pelo então senador dos Estados Unidos, Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

A primeira manifestação teve lugar em 22 de Abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, activista do ambiente, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Protecção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à protecção do meio ambiente.

Em 1972 celebrou-se a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objectivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.


O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulara por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.


O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.


No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em actividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.


"A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..."


Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis.


Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das actividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufacturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos perigosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a protecção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.

Este dia não é reconhecido pela ONU.



ANderia 7f

DIA MUNDIAL DA ASTRONOMIA


8 de Abril Dia Mundial da Astronomia

O Ano Internacional da Astronomia foi assinalado pela ONU, no ano passado 2009, para comemorar os 400 anos do início das observações dos astros e corpos celestes realizadas pelos primeiros telescópios de Galileu.


O que é a ASTRONOMIA?


A Astronomia é a ciência que estuda os astros e o universo, recorrendo aos conhecimentos científicos disponíveis, como a Matemática, a Física e a Química.


Qual e a importância da Astronomia?


A Astronomia é uma das ciências mais antigas, mas também é muito importante, pois através da observação de outros astros e corpos celestes, o Homem pode entender os fenómenos físicos que ocorrem no interior e exterior do planeta Terra.

Também nos permite entender a atmosfera do nosso planeta, bem como desvendar as suas origens (como se formou), a sua evolução e as propriedades físicas e químicas dos corpos celestes, que observamos no universo.


As observações e descobertas realizadas na Astronomia, não são só importantes para esta ciência, uma vez que são responsáveis pela evolução de outras áreas científicas (pois podem comprovar algumas teorias importantes, das quais temos o exemplo da Teoria da Relatividade Geral, muito importante na área da Física). Conclusão: a evolução da Astronomia depende de outras ciências, mas a evolução de outras ciências também depende da Astronomia.


Ana Beatriz N-º1 8º - C

superTmatik GEOGRAFIA


“II Campeonato superTmatik de Geografia”


Estes campeonatos são para todos os alunos do 3º ciclo e que queiram participar. O grupo de Geografia é apoiado pela Organização destes Campeonatos – Eudactica. com
A primeira fase desta actividade, realizou-se na sala de aula, com os professores de Geografia, até ao dia 15 de Março.


O Campeonato Inter-Escolas, online, também já ocorreu até 23 de Abril.
Na sala de aula, jogam equipas de dois alunos, que respondem às questões colocadas pelo professor e que se encontram nas cartas supertmatik.O aluno que responder correctamente a cada questão em menos tempo, ganhará essa carta que contêm uma letra. Vence o aluno que formar a palavra SUPERT.

O professor fará novos jogos até encontrar o vencedor por turma.
No final destas etapas encontra-se o melhor aluno de 7º, de 8º e de 9º ano.

Ficamos a aguardar os resultados do campeonato online Inter-escolas: se os nossos alunos ficam entre os 10 melhores de cada ano de escolaridade e jogarão então a Final Nacional e quem sabe até a Final Internacional online.
Em nosso entender esta actividade correu, até ao momento, com muito entusiasmo por parte dos alunos.



A subcoodenadora de Geografia Manuela Dias

PLANO DE MELHORIA DA QUALIDADE DO AR - REGIÃO NORTE

“Sessão temática sobre o Plano de Melhoria da Qualidade do Ar na Região Norte”



Na Sala de Convívio dos Alunos, no dia 16/03/2010 e dinamizada pelos professores de Geografia, para todos os alunos do 9º Ano (incluindo o 9º COM), ocorreu a referida sessão.


Esta actividade não estava prevista no Plano Anual de Actividades, no entanto foi solicitada à Escola pelo Departamento do Ambiente e Qualidade de Vida da Câmara Municipal de Valongo – CMIA -, a qual o Grupo de Geografia decidiu apoiar.


Assim durante um bloco da manhã de 90 minutos foi realizada a sessão temática referida. Com as cinco turmas, nos 90 minutos, através do diálogo horizontal entre oradora e alunos, foi explanada esta temática, de uma forma muito clara. Assim através de vários powerpoints e da exploração de jogos interactivos, por parte dos alunos, a consolidação desta temática pareceu-nos que agradou bastante aos alunos.


Pensamos indubitavelmente que é uma actividade para se repetir nos próximos anos, se recebermos o mesmo convite para acolher esta palestra. Esta sessão abrangeu conteúdos Geográficos mas também, das Ciências Naturais e das C.F Químicas. Pensamos que desta forma foi aumentado o conhecimento dos alunos sobre a sua realidade local.




A subcoordenadora de Geografia Manuela Dias

DESCOBRIR AS SERRAS DE VALONGO


“Descobrir as Serras de Valongo”



Na Sala de Convívio dos Alunos, no dia 11/03/2010, por sugestão da entidade dinamizadora, Departamento do Ambiente e Qualidade de Vida da Câmara Municipal de Valongo - CMIA, os alunos do 7º Ano assistiram à referida sessão.


Esta actividade não estava prevista no Plano Anual de Actividades, no entanto foi solicitada à escola a sua realização, a qual o Grupo de Geografia decidiu apoiar.
Assim durante todo o dia foram realizadas duas Sessões Temáticas “ Descobrir as Serras de Valongo”, uma na parte da manhã e outra na parte da tarde, para 6 turmas.



Assim três turmas, em cada 90 minutos, através do diálogo horizontal entre oradora e alunos foi explanada esta temática, através de um powerpoint e da exploração de um painel muito elucidativo para consolidação da mesma.
Realizaram um passatempo, do tipo palavras cruzadas, sobre as características das duas serras: Pias e S. Justa, no final da sessão, com a oradora.
Foi oferecido a cada aluno um livro sobre as Serras de Valongo.


Os alunos foram motivados, pela oradora, para visitarem as serras, quer com os professores quer com as suas famílias


É uma actividade para se repetir nos próximos anos, se recebermos o mesmo convite de acolher esta palestra.


Esta sessão abrangeu conteúdos Geográficos mas também das Ciências Naturais, daí que reforçou os conhecimentos dos alunos sobre a sua realidade local.




A Subcoordenadora de Geografia
Manuela Dias