terça-feira, 24 de novembro de 2009

D.MANUEL I


D. MANUEL I - O VENTUROSO

D. Manuel I

Ordem:

14.º Monarca de Portugal

Cognome(s):

O Venturoso; O Afortunado

Início do Reinado:

25 de Outubro de 1495

Fim do Reinado:

13 de Dezembro de 1521

Pai:

D. Fernando, Duque de Viseu

Mãe:

D. Beatriz, na época chamada D. Brites

Nascimento:

31 de Maio de 1469, Alcochete

Falecimento:

13 de Dezembro de 1521, Lisboa



D. Manuel nasceu a 31 de Maio de 1469, em Alcochete. Filho de D. Fernando, duque de Viseu e de D. Beatriz, na época chamada D. Brites.


Durante a sua infância e juventude, assistiu à guerra e conspiração entre a aristocracia e D. João II, muito zeloso pelo seu poder. Alguns homens do seu círculo próximo, foram mortos ou exilados, como foi o caso do seu irmão Diogo, duque de Viseu, assassinado pelo próprio rei. D. Manuel era primo direito de D. João II e nada levava a crer que se tornaria rei, devido a todos os acontecimentos. No entanto, tornou-se o 14.º monarca de Portugal, após a morte do filho legítimo do rei, Afonso de Portugal, e às tentativas falhadas de legitimar o bastardo Jorge de Lencastre.


Casou três vezes, sempre com elementos da família real espanhola, na expectativa de se vir a concretizar a unificação ibérica com um rei português no trono. A sua primeira mulher foi D. Isabel de Aragão, nora de D. João II. No contrato do seu casamento, uma das cláusulas era marcada pela expulsão dos judeus e mouros do território português. Apesar da necessidade do apoio dos judeus com os seus conhecimentos técnicos para o projecto de desenvolvimento de Portugal, em 1496 foi assinado o decreto de expulsão dos mouros e judeus, dando a opção de conversão ou desterro (abandono da terra).


D. Isabel, morreu de parto em 1498. O filho salvou-se, recebendo o nome de D. Miguel da Paz, e este chegou a ser jurado herdeiro de Portugal, Castela e Aragão. Contudo, faleceu dois anos depois, fazendo fracassar esse projecto. Dois anos depois do falecimento de D. Isabel, D. Manuel casou de novo, com a infanta D. Maria de Castela, sua cunhada, com quem teve onze filhos, entre os quais o futuro rei D. João III.


Outra vez viúvo, voltou a casar em 1518, com a D. Leonor de Áustria, tendo mais dois filhos.
Durante o seu reinado foram tomadas muitas medidas destinadas a melhorar a administração do Estado e o sistema da justiça. Neste campo, uma das iniciativas principais foi a publicação das Ordenações Manuelinas.


D. Manuel I também investiu grandes meios de fortuna na construção de mosteiros e igrejas, não só em Portugal, como em todos os espaços do império. Em Lisboa, um exemplo dessa política foi e edificação do imponente Mosteiro dos Jerónimos, com que se quis comemorar a chegada de Vasco da Gama à Índia.


Devido ao grande poder e riqueza que o império português nunca antes tinha exercido, D. Manuel I, conhecido pelo Venturoso ou o Afortunado, pôde intitular-se, pela primeira vez, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor do Comércio, da Conquista e da Navegação da Arábia, Pérsia e Índia.


Morreu em Lisboa, dia 13 de Dezembro de 1521, com 52 anos de idade, tendo sido enterrado, no Mosteiro dos Jerónimos.



Saber mais … Porquê o cognome de “O Venturoso” e “O Afortunado”? D. Manuel ficou conhecido por estes cognomes devido aos eventos que ocorreram durante o seu reinado, tais como, a descoberta do caminho marítimo para a Índia e a do Brasil.


Bibliografia http://pt.wikipedia.org/wiki/Judeus_em_Portugal#Da_Expuls.C3.A3o_ao_Pogrom_de_Lisboa http://observador.weblog.com.pt/arquivo/004171.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_I_de_Portugal Manual de História Oito, Lisboa Editora CD-ROM Aluno - História Oito, Lisboa Editora Trabalho Realizado Por: Cátia Isabel Martins, nº 8 do 8ºC

HUMBOLDT

FRIEDRICH HENRICH ALEXANDER : BARÃO DE HUMBOLDT



Nasceu em 14 de Setembro de 1769 e morreu em Berlim, Alemanha, em 1859. Alexander Von Humboldt foi um naturalista dotado de uma polivalência extraordinária que, desde sua morte, nunca mais se observou.

A ciência desenvolveu-se e especializou-se certamente de uma forma não mais vista. Ele especializou-se em diversas áreas: etnógrafo, antropólogo, físico, botânico, humanista e tendo lançado as bases de ciências como a Geologia, Climatologia e Geografia. Von Humboldtd foi um pesquisador criterioso, mas sempre o fez com uma visão geral e imparcial.

Estudos

Quando tinha 14 anos de idade, fixou-se em Berlim para dar continuidade aos seus estudos. Mais tarde frequentou as Universidades de filosofia [Oder] e Göttingen, onde tirou os cursos de História, Filosofia e Ciências Naturais. No ano de 1789, aos 20 anos, fez sua primeira viagem de cunho científico, passando pelos Países Baixos, Alemanha e Reino Unido, e principalmente ao longo das margens do rio Reno, seguindo o naturalista Georg Foster, que trabalhava com o Capitão Cook, quando este fez a sua viagem à volta do Mundo.

As suas viagens exploratórias pela América Central e América do Sul, aconteceram entre 1799-1804. Já pela Ásia a sua exploração científica, ,em 1829, tornaram-no mundialmente conhecido, ainda antes da sua morte, chegou a receber muitos prémios.Deixou várias obras, sendo a principal o Kosmos, uma condensação do conhecimento científico da época.Trocou correspondência científica com colegas, cerca de 35 mil cartas, das quais aproximadamente 12 500 estão arquivadas em óptimas condições.

João 8º B

PTOLOMEU

CLAUDIOS PTOLOMEU



Claudios Ptolomeu foi um cientista de origem grega, nascido, talvez em 90 d.C., na cidade de Ptolemaida Hérmia, no Egipto sob domínio romano. Morreu em Canopo, também no Egipto, por volta do ano 168 d.C. Sabe-se que ele trabalhou em Alexandria entre 120 e 160 d.C., sobretudo em observações astronómicas sendo considerado o pai da Teoria Geocêntrica.

Mas Ptolomeu também foi geógrafo. Sua obra Introdução à Geografia exerceu profunda influência nas gerações seguintes. Inúmeras edições foram publicadas. Erasmo de Roterdão editou o texto grego em 1533. Dividida em oito livros, a Introdução contém 27 mapas. Apesar de numerosos erros, foi considerada obra clássica até o século 16.

Foi através da obra de Ptolomeu que a civilização medieval fez seu primeiro contacto com a ciência grega.

Rafael Cunha Cruz - 8º
A

ESTRABÃO


Estrabão, nasceu no ano 64 a.C. e morreu no ano 11 d.C. Durante esse tempo ele foi historiador, geógrafo e filósofo grego. Foi o autor da monumental Geographia, um tratado de 17 livros contendo a história e descrições de povos e locais de todo o mundo que lhe era conhecido à época.

Estrabão nasceu numa família rica da Amaseia (actual província da Amasya, na Turquia) em Pontus, que tornando-se parte do Império Romano à época do seu nascimento, permitiu-lhe prosseguir os estudos dos vários geógrafos e filósofos em Roma. Apesar de filosoficamente um estoicista, politicamente era um proponente do imperialismo romano. Posteriormente fez várias viagens, entre elas ao Egipto e à Etiópia.

Não se sabe ao certo quando Estrabão escreveu a Geographia, alguns historiógrafos localizam os primeiros esboços da obra durante o ano 7 d.C., outros no ano 18 d.C., mas a versão final data do reinado do imperador Tibério, uma vez que a morte de Juba, rei da Maurousia (no ano 23 d.C.) nela é mencionada. Apesar de inúmeros erros (especialmente sobre a direcção dos Pirenéus), a sua Geographia foi, juntamente com a de Ptolomeu a primeira obra desse género herdada da antiguidade. História, religião, costumes locais e as instituições dos de diferentes povos estão misturados às descrições geográficas.

Outra obra de sua autoria, a História, que continuava a de Políbio, está perdida para nós e é referida pelo próprio Estrabão que afirma tê-la escrito. O que chegou até nós é o fragmento de um papiro que se encontra, actualmente, na Universidade de Milão.

Ana Rita Sousa - 8ºA


DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE (1)


Dia da Floresta Autóctone – 23 de Novembro

Dando continuidade ao trabalho efectuado em 2007 e 2008, nos quais foram plantadas na Serra de Santa Justa 2500 árvores, incluindo carvalhos, sobreiros, medronheiros e castanheiros, a Autarquia vai promover este ano uma nova acção de reflorestação com a participação da população, no Dia da Floresta Autóctone – 23 de Novembro.


De referir que as árvores a plantar durante este Outono/Inverno, num total de 2000, são cedidas pela ANEFA ao abrigo do projecto ProNatura.

Prof. de Geografia Manuela Dias