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sexta-feira, 7 de maio de 2010
AFINAL, O QUE É POBREZA ?
O que significa hoje ser pobre?
Pobreza e exclusão social são a mesma coisa? Estão sempre ligadas?
Na ideia tradicional, pobreza era não ter recursos económicos, e como tal não poder chegar a determinados bens materiais, ou mesmo ficar com a saúde física e mental em perigo.
Os indicadores desta pobreza eram, são: baixo nível de rendimentos, habitações degradadas, modo de estar na vida. Hoje, a pobreza é muito mais do que isso, ou seja, a ideia de pobreza é global, tendo diversos indicadores tais como:
- a ausência de oportunidades de escolha
- Viver com dignidade, equilíbrio, auto-estima
- Ser considerado e respeitado pelos outros
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sexta-feira, maio 07, 2010
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Pobreza
DUAS ANIMAÇÕES...
DELICIOSAS, de IMAGINAÇÃO e MENSAGEM, sobre a Exclusão Social
Óptimos recursos Pedagógicos e muitíssimo didácticos!
Óptimos recursos Pedagógicos e muitíssimo didácticos!
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sexta-feira, maio 07, 2010
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Exclusão Social
A EUROPA PREOCUPA-SE...
MAS DEVERIA PREOCUPAR-SE MAIS !
Preocupa-se como mostra este vídeo: (Em Inglês, mas valioso!)
Preocupa-se como mostra este vídeo: (Em Inglês, mas valioso!)
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sexta-feira, maio 07, 2010
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Exclusão Social,
Pobreza,
Vídeo
ANO EUROPEU DO COMBATE À POBREZA E À EXCLUSÃO SOCIAL
Pobreza na UE mais sentida pelos cidadãos
No ano passado, no Jornal de Notícias, a jornalista Eduarda Ferreira punha o dedo na ferida num belo artigo, chamando a atenção para o lado mais "distraído" da União Europeia, no que diz respeito à pobreza e exclusão social numa Europa que se quer solidária, atenta e defensora dos mais elementares Direitos do Homem. Vejamos pois esse artigo.
No ano passado, no Jornal de Notícias, a jornalista Eduarda Ferreira punha o dedo na ferida num belo artigo, chamando a atenção para o lado mais "distraído" da União Europeia, no que diz respeito à pobreza e exclusão social numa Europa que se quer solidária, atenta e defensora dos mais elementares Direitos do Homem. Vejamos pois esse artigo.
"Desempregados e idosos tidos como mais vulneráveis nos 27. Dinamarca, Suécia e Chipre são os optimistas .
2009-10-28 EDUARDA FERREIRA
Ir viver debaixo da ponte é pesadelo para 16% dos desempregados europeus e 7% dos que têm trabalho temem que esse cenário se apresente às suas vidas. A pobreza está a crescer na Europa, sentem os seus cidadãos, segundo o Eurobarómetro.
A percepção de 84% dos europeus sinaliza um aumento da pobreza nos seus países desde há três anos. Este dado é subjectivo e foi recolhido por inquéritos do Eurobarómetro feitos nos 27.
Portugal surge em quinto lugar nessa sensação transmitida de que a pobreza aumentou e muito (88% dos inquiridos). Os países em que ainda é mais acentuada essa ideia são a Hungria, Bulgária, Roménia e Letónia. Neste estudo de opinião, as conclusões indicam que 73% dos europeus consideram que a pobreza aumentou nos seus países. As excepções situam-se na Dinamarca, Chipre e Suécia, onde as taxas rondam entre os 30 e os 37% de inquiridos que traçam um quadro social mais negativo.
Há um dedo apontado quando se trata de atribuir as culpas ao empobrecimento: o desemprego ou salários insuficientes repartem-se quase igualmente. Só depois surgem as pensões ou prestações sociais baixas ou então o preço da habitação. Neste último domínio, nove em cada dez europeus consideram que a pobreza impede o acesso a uma habitação decente.
A pobreza, de acordo com a opinião de oito em cada dez cidadãos da UE, também limita em muito o acesso ao Ensino Superior e mesmo à educação em idade adulta. Foram também pedidas opiniões aos 27 mil inquiridos quanto a causas individuais da pobreza. O baixo nível de escolaridade, a falta de formação, a transmissão do estatuto de pobreza entre gerações e a dependência do álcool ou das drogas foram as causas mais referidas.
Portugal partilha com outros países do Sul da Europa a ideia de que se é pobre quando há a perda do apoio e laços com a família e os amigos. Entre as pessoas mais vulneráveis à pobreza, uma maioria dos inquiridos referiu os desempregados e depois as pessoas idosas. Aos olhos de 89% dos europeus, os governos nacionais devem agir com a maior das urgências para alterar o empobrecimento das populações. E essa responsabilidade é cometida antes de tudo a cada governo dos 27, segundo 53% dos inquiridos.
A maioria não considera que a luta contra a pobreza caiba às instâncias da União Europeia, ainda que estas possam ter um papel muito ou relativamente importante.
Em vésperas do Ano Europeu Contra a Pobreza e Exclusão Social, marcado para 2010, estima-se que cerca de 80 milhões (16% da população da UE) vivam abaixo da linha de pobreza. Este nível corresponde à situação em que uma pessoa tenha rendimentos inferiores em 60% ao rendimento médio em cada país. Certo é que, há já uma década, os líderes europeus se comprometeram a empenhar todos os seus esforços para erradicar a pobreza. O horizonte era 2010."
2009-10-28 EDUARDA FERREIRA
Ir viver debaixo da ponte é pesadelo para 16% dos desempregados europeus e 7% dos que têm trabalho temem que esse cenário se apresente às suas vidas. A pobreza está a crescer na Europa, sentem os seus cidadãos, segundo o Eurobarómetro.
A percepção de 84% dos europeus sinaliza um aumento da pobreza nos seus países desde há três anos. Este dado é subjectivo e foi recolhido por inquéritos do Eurobarómetro feitos nos 27.
Portugal surge em quinto lugar nessa sensação transmitida de que a pobreza aumentou e muito (88% dos inquiridos). Os países em que ainda é mais acentuada essa ideia são a Hungria, Bulgária, Roménia e Letónia. Neste estudo de opinião, as conclusões indicam que 73% dos europeus consideram que a pobreza aumentou nos seus países. As excepções situam-se na Dinamarca, Chipre e Suécia, onde as taxas rondam entre os 30 e os 37% de inquiridos que traçam um quadro social mais negativo.
Há um dedo apontado quando se trata de atribuir as culpas ao empobrecimento: o desemprego ou salários insuficientes repartem-se quase igualmente. Só depois surgem as pensões ou prestações sociais baixas ou então o preço da habitação. Neste último domínio, nove em cada dez europeus consideram que a pobreza impede o acesso a uma habitação decente.
A pobreza, de acordo com a opinião de oito em cada dez cidadãos da UE, também limita em muito o acesso ao Ensino Superior e mesmo à educação em idade adulta. Foram também pedidas opiniões aos 27 mil inquiridos quanto a causas individuais da pobreza. O baixo nível de escolaridade, a falta de formação, a transmissão do estatuto de pobreza entre gerações e a dependência do álcool ou das drogas foram as causas mais referidas.
Portugal partilha com outros países do Sul da Europa a ideia de que se é pobre quando há a perda do apoio e laços com a família e os amigos. Entre as pessoas mais vulneráveis à pobreza, uma maioria dos inquiridos referiu os desempregados e depois as pessoas idosas. Aos olhos de 89% dos europeus, os governos nacionais devem agir com a maior das urgências para alterar o empobrecimento das populações. E essa responsabilidade é cometida antes de tudo a cada governo dos 27, segundo 53% dos inquiridos.
A maioria não considera que a luta contra a pobreza caiba às instâncias da União Europeia, ainda que estas possam ter um papel muito ou relativamente importante.
Em vésperas do Ano Europeu Contra a Pobreza e Exclusão Social, marcado para 2010, estima-se que cerca de 80 milhões (16% da população da UE) vivam abaixo da linha de pobreza. Este nível corresponde à situação em que uma pessoa tenha rendimentos inferiores em 60% ao rendimento médio em cada país. Certo é que, há já uma década, os líderes europeus se comprometeram a empenhar todos os seus esforços para erradicar a pobreza. O horizonte era 2010."
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